46 - 54 de 405 artigos
a sua tag: "José Luís Nunes Martins"
É possível distribuirmos alegria, mesmo quando a tristeza vive e se dilata no nosso coração. Vale a pena? Sim. Porque, apesar de tudo, nada ganharíamos em não o fazer e, assim, tornamo-nos dignos de nós mesmos. Muitas pessoas amam de forma pura, sem nunca terem sido amadas. Dói viver sem ser amado.
Se estás certo, não desistas. Ainda que tenhas de sofrer por causa disso. O caminho do bem e da verdade quase nunca é confortável, implica abdicar de muito, até mesmo de algumas realidades que não são condenáveis. É preciso perder muito para se alcançar os bens maiores. Muitas vezes as tentações nã
O orgulho é um erro que faz parte da nossa natureza, sendo que me é possível tornar-me maior do que esse sentimento que me faz sentir acima dos outros!
Grande parte de nós é hostil consigo próprio. Somos capazes de ser amigos de muita gente, mas nem sempre o somos de nós mesmos. Pelo contrário, chegamos a ser os críticos mais impiedosos e, muitas vezes, injustos do que somos e fazemos. São poucos os que, sobre as mesmas faltas, se perdoam mais a s
De que me interessam as razões? É importante compreender o que se passa, mas será sempre mais importante viver em paz e com confiança no amanhã. Compreendo a minha história, as razões da minha existência, os porquês e os para quês de cada dia da minha vida? Não! Mas sou inteligente o suficiente par
A vida é cheia de perdas, erros, fracassos e derrotas. Há horas que nos deixam num vazio tão irrespirável que acabamos a experimentar que a existência tem abismos pelos quais nos sentimos cair… sem encontrar chão… até encontrar alguém. Não posso perder alguém sem perder um fragmento do que faz de m
Conhecer novas realidades faz-nos crescer e torna-nos mais prudentes, porque nos obriga a um caminho interior por entre dimensões que nos são tão familiares quanto assustadoras. Desse ponto de vista, até a mais breve viagem é uma descoberta. Se os muitos mundos do mundo nos podem enriquecer, também
Recolhe-te e encontra no silêncio tempo para pensares, depois começa a fixar palavras numa folha de papel que expressem o que há em ti de mais profundo. Devagar, pois a mão não acompanha a velocidade do pensamento, antes o obriga a abrandar, permitindo que reflitas e saboreies cada frase.
O amor é um compromisso. Uma escolha de fazer de si mesmo um instrumento da felicidade de alguém. O amor que alguém sente não resulta de nenhuma atração, sedução ou encanto, mas da decisão corajosa que o leva a arriscar-se, apresentando-se ao outro como é, com todas as suas falhas, feridas e perdas
Rua João de Freitas Branco, nº 21, 3ºB
1500-714 Lisboa
Portugal
912483000 (Bento Oliveira)
imissio.net@gmail.com