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Era uma vez uma menina que foi pela primeira vez sozinha à mercearia da aldeia fazer compras. Como se viu com tanto dinheiro nas mãos e viu tantas coisas saborosas, caiu na tentação de comprar várias guloseimas e chegou a casa sem nada do que constava na lista da mãe, dizendo que perdera o dinheiro
A Salesianas Editora acaba de publicar o novo livro do Professor Paulo Costa. Após mais de duas décadas de docência da disciplina de EMRC no Colégio de Lamas, o autor decidiu criar cinquenta contos para abordar cinquenta valores diferentes. Num tempo em que o dinheiro parece ser para muitos o seu cr
Era uma vez uma jovem que começara a trabalhar numa das empresas mais importantes da cidade. Os primeiros dias correram bem, apesar de ir notando que, aos poucos, os colegas a olhavam com alguma indiferença, desconfiança e aumentavam os cochichos nas suas costas.
Era uma vez um jovem que se apaixonara pelo basquetebol desde tenra idade. Como o seu pai fora basquetebolista, era costume jogar com ele no pátio da sua casa, que estava equipado com uma tabela e um cesto a sério. Gostavam imenso de ir juntos ver jogos do campeonato nacional, sobretudo quando jogav
O mundo, diante dos problemas comuns, mantém-se dividido ou pelo menos não suficientemente unido, incapaz de enfrentar juntos aquilo que nos põe em crise a todos… No mundo evoluído de hoje, paradoxalmente, tornou-se prioritário defender a vida humana, posta em risco por derivas utilitaristas que a u
Era uma vez um pobre pescador que trabalhava desde muito jovem numa traineira do maior armador da região. Como o proprietário da frota pesqueira tinha muito sucesso e era muito rico, muitos eram aqueles que tinham muita inveja dele.
Era uma vez uma senhora que era admirada por todos porque era muito bondosa, humilde e simpática. Não havia ninguém que não se questionasse como é que era possível ela ser tão simples e tão sábia e, sobretudo, ser tão serena na sua maneira de ser e estar no dia a dia, pois nunca a viam nem muito tri
Era uma vez uma rapariga que estava sempre a discutir com os pais por tudo e mais alguma coisa. Falava-lhes de forma ríspida, queixava-se constantemente de não receber deles tudo quanto pedia, dizia amiúdes vezes que os pais dos amigos eram muito mais compreensivos e chegava a lamentar-se por ter na
Era uma vez um jovem que tinha abandonado todos os costumes e tradições religiosas da sua família. Punha em questão a existência de Deus e afirmava a inutilidade da fé em virtude da ausência de argumentos racionais e de explicações científicas. Remetia as questões do sagrado e do transcendente para
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