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a sua tag: "Marta Arrais"
Somos um povo que luta, mas que se revolta pouco. Uma espécie de água sempre muito tépida é o que parece habitar o coração da maioria dos portugueses. O país do vai-se andando. Do tanto faz. Do deixar para depois e do brindar para esquecer. Adiamos o que também depende de nós e não nos aborrecemos m
Dizia-nos o pequeno (grande!) principezinho que o essencial é invisível aos olhos. Que é, precisamente, naquilo que não vemos que reside a raiz de tudo o que é importante nas nossas vidas.
Celebrámos ontem, dia 20, o dia dos Santos pastorinhos Jacinta e Francisco Marto. Nos tempos de imensa tribulação em que vivemos, estes dois meninos são uma luz acesa traduzida em esperança e em amor.
O Carnaval tende a ser uma forma descontraída de dizer uma coisa muito séria: Todos vivemos mascarados. Ninguém consegue ser tão transparente que consiga revelar tudo o que é e todo o universo interior que o habita. Todos precisamos de máscaras para sobreviver na selva social em que estamos mergul
Um dos maiores desafios da nossa vida é descobrir quem somos. Para além do contorno físico e visível que o espelho nos oferece, onde mora a nossa raiz e a nossa essência? De que sonhos somos feitos? De que medos e de que expectativas?
Tempo para sentir o que o corpo quer e diz. Tempo para andar mais devagar. Para abrandar. Tempo para respirar fundo. Tempo para ver melhor.
Falamos sobre o perdão como se fosse simples. Como se pudéssemos carregar num botão e ativar essa funcionalidade que nos mudaria a vida e nos tornaria numa espécie de cúmulo do altruísmo. Não é assim que funciona. Há alguns dias que esta ideia tem dançado na minha cabeça: o perdão é trabalho para a
Debaixo do mar imenso de tudo o que somos mora a nossa raiz. Ali. Pequenina e enterrada num canto sem nome. Dentro do coração. Ou da alma. Ou do sangue que nos corre por dentro sem disso tomarmos consciência. Somos mais do que aquilo que julgamos. Somos de uma profundidade quase assustadora. Mas rev
É fácil colocar a responsabilidade do sucesso de um novo ano numa folha de calendário. Já quase não usamos calendários em papel, mas é essa a sensação que nos fica: uma passagem breve, rápida. E, de súbito, uma imposição: é suposto mudar. Avançar. Apressar os passos para uma coisa melhor, para uma v
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