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Nasceu em 1986. Possui mestrado em ensino de Inglês e Espanhol (FCSH-UNL). É professora. Faz diversas atividades de cariz voluntário com as Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus e com os Irmãos de S. João de Deus (em Portugal, Espanha e, mais recentemente, em Moçambique)
Cada vez que começa um Ano Novo ou um mês novo existe uma promessa em branco. Como se, às vezes, precisássemos de um virar de página temporal para ganharmos, também nós, algum balanço e para catapultar uma ou outra mudança. O mês de abril traz-nos, para além da novidade de se iniciar, a promessa da
Vi, recentemente, a tão falada série do momento: “Adolescência”. É uma séria tremenda, que nos desinstala completamente enquanto seres humanos e enquanto pessoas integrantes de uma sociedade. Compreendi que construímos, para as novas e atuais gerações, uma sociedade profundamente doente. Deixámo-nos
Não sei como vamos conseguindo trazer o coração e a alma à tona dos dias, quando nos obrigam a chafurdar, numa base diária, em notícias horrorosas. Vamos passando os olhos por um pouco de tudo: ou a guerra, ou os abusos, ou os maus-tratos, violência em todas as formas e feitios. Obrigam-nos a enterr
Parece uma verdade tão simples e pouco profunda. Estar lá é só…estar. Mas, será que isso chega? Atravessamos tempos de transformação profunda. Sentimos no ar que a nossa sociedade global nos tem trazido desafios que nos vão impactar, intensamente, em todas as áreas da nossa vida. Temos assistido à
Fala-se pouco do amor a sério. Reduzimos o amor a uma pequenez que não o pode conter nem fazer jus. Não nos aproximamos o suficiente uns dos outros para compreender que o amor é muito mais do que aquele que se refere a uma relação conjugal, fraterna ou familiar. O amor é ter paciência quando nos ap
Todos temos as nossas opiniões. As nossas crenças. As nossas verdades e as nossas formas de ver e observar o mundo. Às vezes, vivemos vários anos reféns daquilo em que acreditamos para, depois, por crescermos ou por aprendermos uma outra forma de encarar a vida e todas as coisas, percebemos que está
Os abraços preenchem-nos. Dão “enchimento” emocional aos nossos contornos humanos e dão-nos sempre uma certa faísca de esperança, mesmo quando tudo parece ser caótico. Parece-me, no entanto, que temos tido pouco tempo para abraçar e ser abraçados das maneiras certas. Abraçamos o tempo como se fosse
As partidas repentinas e inesperadas ensinam-nos muito. É dura a lição que nos trazem, mas é muito importante.
Não sei se serei a única, mas tem-me sobrado uma sensação de não conseguir ter dias plenos. É como se a maioria das horas fossem passadas num rastilho que parece queimar demasiado depressa. Para chegar a algum lado de carro é preciso tempo, paciência e uma gestão de emoções correspondente à de um mo
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