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Raquel Rodrigues nasceu no último ano da década 70 do século passado. Cresceu em graça e em alguma sabedoria, sendo licenciada em Gestão, frequenta o mestrado em Santidade: está no bom caminho!
Aproveita cada oportunidade para refletir sobre os sentimentos que as relações humanas despertam e que, talvez, sejam comuns a muitas pessoas. A sua escrita é fruto da vontade de partilhar os seus estados de alma com a “amiga” que pode bem ser qualquer pessoa que leia com disposição cada uma das suas cartas.
No início, enchemo-nos de coragem e acreditamos que as pessoas querem ouvir o que temos a dizer. E falamos, escrevemos, sugerimos e reclamamos. Depois, aguardamos respostas, e que alguém nos pergunte o porque do que sentimos e do que pensamos, mas na maioria das vezes recebemos um silêncio constrang
Estamos tão focados em atingir o topo de algo, a concretizar trabalhos e a alcançar o sucesso que acabamos por desperdiçar a beleza do caminho que a ele nos conduz. Quando nos propomos a um projeto, sabemos que seremos desafiados e postos à prova, mas se nos focarmos exclusivamente no resultado fin
Sabes amiga, “preciso de mudar algo, preciso parar, preciso de mudar de vida”…Quantas vezes damos por nós a pensar que não estamos bem no sítio que estamos nem a fazer o que fazemos, mas também não conseguimos vislumbrar um caminho diferente nem melhor. Somos assolados por medos e sentimo-nos sós. P
Volta e meia somos sujeitos a mudar ciclos, a fechar caminhos e a tomar decisões que implicam mudar de direção. De vez em quando somos nós que pomos o fim a algo, seja uma relação de amizade, de trabalho ou até amorosa. E por mais que saibamos que é necessário, não é um processo fácil. Temos de arr
Recentemente, numa conversa formal em que expunha as minhas preocupações sobre o ambiente escolar, responderam-me: “tem de ter em conta que é um caso especial”. Fiquei-me, pois se argumentasse poderia dar a entender que estava a contestar o regime excepcional que algumas pessoas beneficiam. E não, n
Já vos aconteceu de irem ao médico e ele passar o tempo a fazer perguntas, escrever no computador e a prescrever mezinhas? Talvez! A verdade é que há medicação para quase tudo, ora diabetes, cansaço, colesterol…é só o paciente dizer que aparece logo um ou dois medicamentos milagrosos. Essa perspetiv
E às vezes é só isso que faz falta…colo! Colo em forma de abraços; Colo em força de presenças; Colo em forma de palavras; Colo em forma de gestos… Um colo capaz de parar o mundo, sossegar canseiras e arrumar mágoas. Um colo que nos faça sentir importantes, úteis e capazes. Quantas vezes somos
Volta e meia dou por mim zangada comigo mesma, ou melhor, com os meus pensamentos. Dou por mim a guardar rancor ou mágoas que em nada me acrescentam a não ser pesos. E tu amiga? Já sentiste que deste o teu melhor e isso passou ao lado dos outros? Já sentiste que fizeste tudo o que era necessário e
E nem sempre significa que é bom. Às vezes soltamos a criança birrenta que temos em nós. Às vezes amuamos quando não gostamos do que nos dão, ou que nos contrariem. E solta-se a adolescente que tem a mania que não precisa de ninguém. E solta-se o jovem que quer aventura, mesmo que não seja o tem
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